quinta-feira, 25 de março de 2010

FRIENDS - "Cause friendship never ends"

"Cause you're there for me too..." - I'll be there for you (The Rembrandts)


"How you doin'?" - Qual fã nunca se imaginou perguntando isso? Com certeza uma das frases mais lembradas por todos fãs de FRIENDS, sempre usada por Joey Tribbiani.
Hoje, Friends se tornou minha forma de diversão favorita. É o momento do dia em qual eu mais me divirto e mais dou risada. Espero ansiosamente para que comece, e o horário das 13 as 14 é sagrado, se possível nenhum compromisso durante essa uma hora. Friends, hoje, também está entre as minhas séries favoritas: Chaves, Simpsons, Friends, etc. (não necessariamente nessa ordem, já que entre essas, não há favorita).
Comecei a assistir Friends nas férias, quando não tinha nada para fazer. Foi ocasional. Estava passando de canal em canal, quando passo pelo canal 47 da Net, (Warner Channel) e me deparo com Friends. Já havia assistido Friends antes. Uma vez na aula de inglês, outra quando estava esperando outro programa começar e peguei os minutos finais de programa, mas nunca havia me interessado, apesar das extensas recomendações. Como há pouco tempo atrás, na aula de inglês havia assistido (e dei algumas risadas naquela ocasião), decidi assistir, e então, não parei mais. Fui na internet, procurei o horário do programa no site da Warner. No dia seguinte lá estava eu, sentado (deitado para ser mais sincero) no sofá, assistindo.
Friends tem uma história interessante, divertida, engraçada, emocionante, que realmente te prende à série. Faz com que você fique querendo saber o que vai acontecer (ao menos comigo é assim). É como se fosse uma novela. Mas sem aquela inocência estúpida e idiota do mocinho e da mocinha. Com Friends não se passa raiva assistindo, mas sim se diverte, dá risadas.
O programa se baseia na vida dos seis integrantes principais, Ross (David Schwimmer), Rachel (Jennifer Aniston), Chandler (Matthew Perry), Monica (Courteney Cox Arquette), Phoebe (Lisa Kudrow) e Joey (Matt LeBlanc), e trata dos mais variados temas presente no cotidiano das pessoas: amizade, amor, empregos, sexo e os mais variados dilemas da vida. Tudo isso de uma maneira divertida e engraçada. O sexteto de amigos de Manhattan aparece no topo da lista de melhor série da última década, e, entre os 10 melhores de todos os tempos. O último episódio da série (2004) foi assistido por cerca de 51 milhões e 100 mil telespectadores somente nos Estados Unidos.
Com toda certeza a série dos seis inseparáveis amigos do Central Perk (ponto de encontro deles na série) deixou muitas saudades, seja entre os fãs ou entre os próprios atores, que se emocionaram muito nas filmagens do último episódio. Mas como a "amizade nunca termina*" (título deste post), ano que vem eles estão de volta! Sim! Só que dessa vez, na telona. Sim! Um filme, com os todos os seis juntos de novo! - Ao menos era isso que anunciavam os jornais. Mas, não é isso que a Warner diz.
Há algumas semanas, dei um "Google" na palavra Friends, para conhecer algumas curiosidades sobre a série. E acontece que acabo por descobrir bem mais do que simples curiosidades. Descubro que um filme dos seis amigos de Nova York está sendo desenvolvido ou planejado (como preferirem). A notícia me anima. E acredito que animou todos os outros fãs de Friends. Um filme traria a possibilidade de rever Rachel, Ross, Monica, Chandler, Phoebe e Joey, em uma história inédita, que provavelmente mostraria sua vida agora, seis anos depois do último episódio.
Procuro a mesma informação em outro site. Entro no site do Estadão (jornal de Sampa se não me engano) que é mais confiável. Notícia confirmada. O ator James Michael Tyler, que representava o gerente do Central Perk, Gunther, confirma o filme. Diz que tem mantido contato com alguns do atores e eles estavam animados com a ideia. Além de que os produtores originais da série seriam responsáveis pelo filme também.
Tudo perfeito. Meu desejo de poder assistir um episódio inédito de Friends, atual, ou melhor ainda, um filme, se torna realidade. Minha empolgação é total. Decido escrever um post aqui no blog sobre o filme. Há tempo já vinha pensando em escrever sobre Friends. Mas depois da notícia sobre o filme, o pensamento vira algo concreto.
Quando começo a escrever o então último parágrafo desse mesmo post, dou um "Google" na palavra Friends novamente, para confirmar alguns nomes e datas. Porém, ao invés de achar a mesma informação anterior, encontro a última coisa que queria encontrar naquele momento. Uns dos primeiros sites já confirmava - "Era tudo Mentira". A Warner desmente o boato de que um filme da série está sendo planejado. Os agentes de alguns atores também disseram que nenhum de seus clientes havia ou estavam negociando um filme para a série. Depois de terminar a leitura do artigo do Estadão, fico decepcionado. Não será em 2011 que verei Friends no cinema.
Mas ainda não perdi a esperança. Acredito que ainda sairá um filme com os seis amigos reunidos novamente, assim como aconteceu com "Sex and the City". E então poderei escrever novamente a frase: "Cause friendship never ends" (porque a amizade nunca termina).


E viva o sensacionalismo britânico!

"when the world has brought you down to your knees" - I'll be there for you (The Rembrandts)


(continuação do post acima)

Daily Mail é o nome do jornal que anunciou a volta dos seis amigos de Manhattan - só que dessa vez pra telona. E qual o país onde o  jornal é publicado? - Inglaterra, e só podia ser. Não é do hoje que os jornais ingleses, não todos, mas sua grande maioria, têm fama de sensacionalistas. E, essa fama só ficou maior depois do anúncio do filme de Friends.
Segundo o jornal Estadão, o Daily Mail da Inglaterra anunciou a volta de Friends, garantindo a presença dos seis atores principais, além dos produtores do seriado. E o que aconteceu? - Semanas após a notícia foi desmentido pela Warner, que negou qualquer proposta de filme para o seriado que teve seu fim em 2004. Ou seja, apenas outra notícia sensacionalista. Talvez, realmente houvesse e pode ser que há a intenção de fazer um filme de um dos seriados de maior sucesso de todos os tempos. Estímulos para que isso aconteça são o que não faltam. Sex and the City, seriado norteamericano ganhou uma versão para o cinema ano passado (se não me engano) teve resultados muito bons. Sem nos números que Friends tem por si próprio, como a marca de aproximadamente 52 milhões de espectadores no último episódio. Segundo programa com maior audiência daquele ano, perdendo somente para o Super bowl* (praticamente impossível de ser batido).
Acontece que, o jornal (Daily Mail), como todo jornal que se preze, devia ter posto que isso era apenas uma possibilidade, e não ter dado ênfase sobre a confirmação dos atores e tudo mais. Deu no que deu. Sites e blogs publicando a confirmação do filme, fãs e fãs entusiasmados. E depois, sites e blogs desmentindo o que haviam publicado, fãs e fãs decepcionados, incluindo eu.
Mas fica a esperança que um dia o filme seja realmente feito (como já disse no post acima) e a lição de que quando se trata de um jornal britânico, deve-se tomar cuidado ao acreditar no que está escrito.

*Super bowl: final da liga nacional (EUA) de futebol americano (NFL).

domingo, 7 de março de 2010

Diogo Portugal - Hã?!

"viver e não ter a vergonha de ser feliz" - O que é? O que é? (Gonzaguinha)

Hoje, fiz algo diferente. Para mim, o domingo de alguma forma tem que ser engraçado e para que isso aconteça, costumo assistir as Vídeos Cassetadas  no Faustão (a única coisa que presta naquele programa). Mas hoje, como já disse, fiz algo diferente. Algo que me garantiu muitas risadas a mais. Fui ao show do Diogo Portugal.
Comediante que ficou famoso depois de sua aparição no Faustão (assista o vídeo aqui) apresentou um show espetacular. Muito engraçado. Seguindo o estilo de uma comédia "Stand Up" (normalmente sem nenhuma caracterização do comediante ou uso de outros artefatos - somente o humorista e o público), contou piadas dos mais variados temas. "Tirou palha" da cara de todo mundo. Fez com que a platéia o aplaudisse, risse espontaneamente (e muito) de cada piada. Uma das melhores partes: "Joinville?! Conheço Joinville. Cidade legal, bacana. Só que meio gay. Fala sério. Cidade das Flores! - Bem vindo à Joinville, a cidade das flores!" - Muitas risadas! "Tanto que o principal evento da cidade é um Festival de Dança!" - Não precisou de mais nada. A platéia toda rindo, imaginando a cara do infeliz que disse que era de lá. (Nada contra ele, ou os joinvilenses, ou mesmo a cidade - a piada se tornou engraçada (muito) devido a rixa esportiva entre as duas cidades).
Mas é claro que não passamos em branco. "Jaraguá é uma cidade legal. Tem a schützenfest. Só que devia explicar que é em alemão. Porque, a pessoa pode pensar que é em inglês. Shitzenfest - festa da merda. E aí vem a rainha da merda!!" - Muitas risadas. O cara é genial. Contava as piadas dependendo do clima da platéia. Se acontecia algo de interessante no público, lá ia ele, e fazia piada.
Com certeza, um show inesquecível. Os únicos que recebem uma crítica negativa é o pessoal da SCAR. Péssima organização, novamente. Confusão para entrar, demora para abrir as portas do teatro. Ridículo. Alguém, com a estrutura deles, não deviria ter problema algum com a entrada. Já havia acontecido no Festival de Formas Animadas do ano passado e aconteceu novamente esse ano.
Mas, como o Diogo Portugal não tem nada a ver com isso, nota 10 pra ele. E fica a vontade de ir mais vezes, além da promessa dele de voltar para Jaraguá com um espetáculo diferente. Estou na espera!


domingo, 28 de fevereiro de 2010

A Malwee e o Intocável

"será que vamos conseguir vencer?" - Será (Legião Urbana)

É nessa quarta, dia 03/03/2010 que a Malwee Futsal (Malwee/Cimed) volta às quadras contra o Fortaleza, pela Superliga, que acontecerá em Betim, Minas Gerais. E com a competição se aproximando, meu pai ficou curioso para saber como seria o elenco da Malwee/Cimed depois de tantas confusões, entre elas, o pedido de saída da então "grande" contratação Vander Carioca. Acontece que, olhando o elenco, eis que surge um nome qualquer, vindo de uma cidade de nome tanto quanto curioso. O nome dele é Jonathan e aqui em casa já ganhou um apelido, "Intocável". Não que ele seja um jogador de extrema velocidade e habilidade, que faz com que os adversários não consigam marcá-lo. (Na verdade, eu não sei. Tomara que ele seja). Mas, aqui em casa ele ganhou esse apelido devido à sua cidade natal: Não-me-toque. Sim, é isso mesmo. Não-me-toque é o nome da cidade. Quando meu pai me mostrou, dei risada. Pesquisamos no Google para confirmar a veracidade da informação (já que o site da Malwee Futsal não é lá dos mais confiáveis). E, ela foi confirmada. A cidade de Não-me-toque é localizada no estado do Rio Grande do Sul, na microrregião de Alto Jacuí. E essa cidade de nome incomum é a cidade de um dos novos reforços da Malwee. O "Intocável".
Brincadeiras à parte espero que ele jogue bem. Já que acredito que vamos necessitar de jogadores de qualidade. Em minha opinião, a Malwee deixou a desejar nas contratações para a temporada de 2010. Perdemos jogadores de qualidade no ano passado, e não contratamos ninguém com uma certa reputação que possa nos ajudar.
Daí, depois dessa minha colocação, há quem diga que tínhamos trazido o Vander, mas ele deu pra trás. E, particularmente, não acho que essa desistência tenha sido de todo mal para a Malwee. O Vander sem dúvida, é um jogador de extrema habilidade. Porém não é mais um garoto e, portanto, não é o que a Malwee precisa. A Malwee precisa de gente nova, com velocidade, habilidade, vontade de jogar. De jogadores experientes estamos bem servidos. Lenísio, Falcão, Márcio (que está de volta - outra contratação desnecessária, já que ele tem jogado peca nos últimos tempos), além do Valdin (que agora está de volta - dessa contratação eu gostei. Apesar da idade que começa a pesar para o Valdin, gosto do futsal dele), fazem com que nosso time tenha uma experiência e tanto. Por isso precisamos de jogadores novos, para que possamos equilibrar experiência e juventude. Afinal de contas, se Falcão, Lenísio e um outro vovô (com o perdão da expressão) jogarem juntos, com o Chico ou Leco lá trás para dar uma assistência, teremos um ataque e tanto, mas a nossa defesa ficará desfalcada, já que Lenísio e Falcão não tem um poder de reação, nem velocidade suficiente para se no caso perderem a bola lá na frente, voltarem correndo para impedir o contra-ataque. Por isso digo: O Vander e outros jogadores "experientes", não são a solução para a Malwee nesse momento. Necessitamos de jogadores novos. Talvez, não tão novos, mas que não estejam na casa dos trinta. Sim, temos jogadores como o Lucas, o Dian e o próprio "Intocável". Mas a pergunta é se eles darão conta do recado. Questiono isso porque, ano passado não deram. E a direção da Malwee/Cimed insiste em dizer que eles darão. Tomara.
Não que eu não tenha esperança de que esse time vai dar certo. (O único time no qual eu perdi as esperanças é o Juventus). Só tenho algumas dúvidas. Vale lembrar que o Carlos Barbosa também se reforçou, por isso temos que estar bem preparados. Nosso objetivo não pode ser outro além de conquistar a Liga Futsal. E é nisso que temos que estar focados.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Para um amigo.

"Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração" - Epitáfio (Titãs)

Depois de muito tempo sem postar nada, volto hoje com uma homenagem póstuma a um amigo.


Como já dizia Raul: "Se é de batalhas que se vive a vida". Sim, a vida é feita de batalhas. A cada dia nos deparamos com novas delas. Umas mais difícies, outras nem tanto. A questão é que nem sempre conseguimos vence-las, e infelizmente, elas podem nos tirar a vida, seja a nossa vida ou a de um amigo.
Ontem, 19 de fevereiro de 2010, perdi um amigo que me conhecia desde que nasci. Alguém que já era da família. Melhor amigo do meu pai, da minha mãe, melhor amigo dos melhores amigos de meus pais. Um homem sempre alto astral, de bem com vida. Amigo para todas as horas.
Meu pai o conheceu a mais de vinte anos, trabalhavam juntos na WEG. E, acredito eu que tenha sido assim, de uma relação de companheirismo profissional nasceu uma amizade. Amizade que era sempre fortalecida a cada dia, a cada reunião de amigos, que também trabalhavam na WEG, que hoje também sofrem com sua perda.
Ele, com sua esposa (outra grande amiga) foram padrinhos de casamento de meus pais,  e como já disse antes, e redigo agora, ele era um grande amigo, um irmão para meus pais.
E que outro adjetivo posso eu dar a ele, falando exclusivamente de minha relação com ele, se não um grande amigo. Talvez, um segundo, ou mais um pai. Como me disse seu filho no velório: "É Gui, perdemos um pai."
A dor de perder uma pessoa dessas é enorme. Um sentimento de tristeza nos invade, e confesso, que estou contendo lágrimas enquanto escrevo esse texto. Ainda mais, porque isso foi muito repentino. Há cerca de um mês, ele ainda estava conosco, nas festas. Hoje, descança em paz. Dói, mais ainda quando penso nos planos dos quais ele sempre falava. Daquilo que iria fazer quando se aposentasse, quando completasse trinta anos de WEG. De quando então, ele poderia finalmente ir morar nas praia. Aproveitar o apartamento novo, que ele e sua esposa (minha amiga) compraram na metade do ano passado. Dói quando penso que há exatamente 51 dias, estávamos juntos (ele, sua esposa, meus pais e eu), em seu apartamento, olhando os fogos de ano novo. E como meu pai comentou comigo hoje, e já me havia ocorrido que, nesse mesmo ano novo, nos desejamos felicidades, SAÚDE. E então, me pergunto, que saúde ele teve em 2010? A partir do dia 3 de janeiro desse mesmo ano, um problema com as plaquetas (fragmento da célula do sangue responsável pela coagluação do sangue) fez com que ele fosse para o hospoital. Melhor, ele voltou para sua rotina. Mas o problema retornou e outros apareceram. Há mais ou menos uma semana e meia, quase duas para ser mais preciso, ele foi internado em Joinville, por estar muito fraco. Lá, no hospital, comemorou vinte anos de casado. Lá, nesse mesmo dia, foi tirada a última foto dele vivo (foto que estava na cabeceira de seu caixão no velório) ainda nesse mesmo dia ele foi as pressas para a sala de cirúrgia devido à uma apendicite aguda. Depois disso, não acordou mais. Quando os médicos fizeram a cirúrgia, o apêndice já havia estourado, causando uma  infecção generalizada e o levando para a UTI, onde ficou em coma induzido. Digo que ele lutou bravamente, durante uma semana, passando por mais uma cirúrgia e uma hemodiálise. Mas, as 10 horas da manhã de ontem (dia 19), ele infelizmente faleceu. O que é mais revoltante, é que ele tinha apenas 54 anos de vida.
O velório, para mim, com toda a certeza foi a parte mais dífícil. Ver ele no caixão, pálido, vinte quilos mais magro, com os dedos entrelaçados e a boca costurada. As mãos frias. Sua esposa, seusa familiares, meus pais, nossos amigos, meus avós, chorando. Não me contive. O homem que dizia que viveria 149 anos, ainda que todos soubessem que fosse brincadeira, estava alí, morto. Foram-se os dias em que houviamos sua voz, suas piadas, os dias em que íamos na sua casa e deliciávamos um suculenta picanha, ou uma saborosa costela, que ele fizia com uma facilidade impresionante. Foram-se os dias em que íamos para a praia e encontrariamos ele lá. Hoje, depois de voltar de Balneário Camburiú, onde ele foi cremado (como era sua vontade, para que assim suas cinzas fossem jogadas ao mar), fomos à Gravatá. Praia em que ele tinha casa, onde agora, há cerca de alguns meses, também compramos um apartamento. Não foi a mesma coisa. Não será mais. Saber que estamos indo para lá e saber que não nos encontraremos mais com ele, deixa uma sensação de vazio.
O que me agrada, ao menos, é saber que passamos momentos juntos inequecíveis, e agora mesmo, enquanto olhava as fotos de uma viagem nossa à Itá, senti como se ele tivesse morrido, e sim, como se ele estivesse apenas, longe viajando, como se levaria apenas um tempo para ve-lo novamente aqui em casa. Talvez seja porque a ficha não caiu. É muito difícil pensar que ele está morto, quando penso que a pouco tempo ele ainda estava aqui.
Mas a verdade, por mais dura que seja, é que perdi um amigo, sim, um amigo, um dos melhores. E que se dane a direrença de idade para qualquer que possa pensar que não éramos amigos. A idade, para essas coisas, é só um número. Insignificante.
Essa é minha pequena homenagem pessoal, a um grande amigo. Que se foi, mas nunca será esquecido.

Do Guilherme à quem carinhosamente eu chamava de Chio. (Xiu).